Aula 13 - 5 de Outubro
A aula iniciou com um debate sobre avaliação, direcionado ao
aprendizado, como exercícios de valor. Inicialmente o primeiro motivo para a avaliação da
aprendizagem, é a obtenção sobre o processo de ensino elaborado pelo docente,
como auto avaliação. A avaliação também serve de análise para a construção da
lógica para o aluno.
O processo de avaliação redefine o processo de ensinagem, onde é dever e função do
professor precisa se reinventar sempre para atingir o maior objetivo, que é o
ensino.
O ensino é um processo pessoal e interno, por isso é de
extrema importância a boa avaliação desse aluno, por seus diversos meios. Pelo
instrumento da avaliação somativa o objetivo nem sempre é alcançado, por isso é
de extrema importância que essa avaliação se torne formativa, já que com esse
processo, a formação do indivíduo como pensante, é prioridade, fugindo do
modelo tradicional de provas e exames.
Discutiu-se sobre a subjetividade da correção desses exames,
onde concluiu-se que é incabível tirar a subjetividade das provas e da execução
das mesmas.
Como segundo motivo para a avaliação, discutiu-se a
continuidade do processo de ensino, onde apenas com a avaliação, você terá
pontos de partida para que o seu aluno continue o processo de formação.Nessa linha de pensamento, debateu-se sobre a padronização
do meio de avaliação, através da cultura de avaliação que se aperfeiçoou ao
longo dos séculos, estando tão arraigada na escola, que não existe avanço real
nas mudança sobre o sistema de avaliação. Houve também uma discussão
sobre métodos de avaliação. Qual o melhor método? Como você gostaria de ser
avaliado?
Nesse ponto da aula, iniciou-se uma discussão sobre como a
comercialização do ensino torna tão utópicos os métodos de avaliação que seriam
ideais, tanto pelo tempo, quanto pela necessidade do ensino estar voltado ao
vestibular nacional.
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