Leituras
Aqui se encontram as leituras sugeridas durante a disciplina de Didática ofertada durante o segundo semestre de 2017.
Titulo: O Ponto Fraco do Ensino Forte
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Titulo: O Ponto Fraco do Ensino Forte
Autora: Martha Mendonça
Titulo: A Trajetória Histórica da Didática
Autora: Amélia Domingues de Castro
Título: Práticas pedagógicas de ensinar-aprender: por entre resistências e resignações
Autora: Maria Amélia Santoro Franco
Resumo: O presente artigo tem como pressuposto a consideração de que as práticas pedagógicas se configuram na mediação com o outro, ou com os outros, e é esse outro que oferece às práticas seu espaço de possibilidade. Contraditoriamente, observa-se que as práticas podem funcionar como espaço de resistência e de reverberação de múltiplas dominações; portanto, como um espaço eivado de contradições. Os dados empíricos que permitiram a construção desses pressupostos decorrem de uma pesquisa-ação pedagógica (FRANCO, 2012) realizada com docentes de ensino fundamental. A análise desses dados, realizada por meio da hermenêutica crítica, permite a discussão de três objetivos: a) analisar a abrangência e as possibilidades da prática pedagógica como espaço de contradição e de resistência; b) compreender a importância da pedagogia como ciência que pode esclarecer e indicar reflexões para as resistências que, inexoravelmente, impõem-se às práticas; e c) identificar as possibilidades da pesquisa-ação pedagógica como instrumento de mediação das contradições e como dispositivo formativo na negociação de sentidos que emergem das práxis. Conclui compreendendo que, na tensão primordial inerente ao processo de ensinar-aprender, convivem resistências e resignações; aprendizagens e possibilidades. As práticas pedagógicas operam a partir do diálogo fecundo, crítico e reflexivo, que se estabelece entre os múltiplos sujeitos, entre intencionalidades e ações. A retirada dessa esfera de reflexão crítica e do diálogo entre intencionalidades e ações implica o empobrecimento do sentido da prática educativa. Reafirma-se que os princípios fundadores da pesquisa-ação pedagógica podem auxiliar na resinificação de práticas escolares.
Titulo: Estudo Dirigido como Guia de Estudo e como técnica de ensino-aprendizagem
Autora: Taís Ferraz Duarte
Titulo: Estudo Dirigido – o que é?
Autora: Elizabeth Quadros
Titulo: Aula expositiva: o professor no centro das atenções
Autoras: Elisângela Fernandes e Beatriz Santomauro
Titulo: Estratégias de Ensino e Abordagem Crítica: Aula Expositiva Dialogada
Autor: Colunista do site Portal - Educação
Titulo: As vantagens da aula expositiva
Autora: Andréa Oliveira
Titulo: A Trajetória Histórica da Didática
Autora: Amélia Domingues de Castro
Título: Práticas pedagógicas de ensinar-aprender: por entre resistências e resignações
Autora: Maria Amélia Santoro Franco
Resumo: O presente artigo tem como pressuposto a consideração de que as práticas pedagógicas se configuram na mediação com o outro, ou com os outros, e é esse outro que oferece às práticas seu espaço de possibilidade. Contraditoriamente, observa-se que as práticas podem funcionar como espaço de resistência e de reverberação de múltiplas dominações; portanto, como um espaço eivado de contradições. Os dados empíricos que permitiram a construção desses pressupostos decorrem de uma pesquisa-ação pedagógica (FRANCO, 2012) realizada com docentes de ensino fundamental. A análise desses dados, realizada por meio da hermenêutica crítica, permite a discussão de três objetivos: a) analisar a abrangência e as possibilidades da prática pedagógica como espaço de contradição e de resistência; b) compreender a importância da pedagogia como ciência que pode esclarecer e indicar reflexões para as resistências que, inexoravelmente, impõem-se às práticas; e c) identificar as possibilidades da pesquisa-ação pedagógica como instrumento de mediação das contradições e como dispositivo formativo na negociação de sentidos que emergem das práxis. Conclui compreendendo que, na tensão primordial inerente ao processo de ensinar-aprender, convivem resistências e resignações; aprendizagens e possibilidades. As práticas pedagógicas operam a partir do diálogo fecundo, crítico e reflexivo, que se estabelece entre os múltiplos sujeitos, entre intencionalidades e ações. A retirada dessa esfera de reflexão crítica e do diálogo entre intencionalidades e ações implica o empobrecimento do sentido da prática educativa. Reafirma-se que os princípios fundadores da pesquisa-ação pedagógica podem auxiliar na resinificação de práticas escolares.
Titulo: Estudo Dirigido como Guia de Estudo e como técnica de ensino-aprendizagem
Autora: Taís Ferraz Duarte
Titulo: Estudo Dirigido – o que é?
Autora: Elizabeth Quadros
Titulo: Aula expositiva: o professor no centro das atenções
Autoras: Elisângela Fernandes e Beatriz Santomauro
Titulo: Estratégias de Ensino e Abordagem Crítica: Aula Expositiva Dialogada
Autor: Colunista do site Portal - Educação
Titulo: As vantagens da aula expositiva
Autora: Andréa Oliveira
Autora: Mary Stela Ferreira Chueiri
Resumo: Este texto tem como objetivo analisar a relação entre as concepções pedagógicas e os
significados assumidos pela avaliação no contexto escolar. Para isso, foram estabelecidas
quatro categorias de análise. No primeiro momento, foram abordadas as práticas de exames
e provas escolares, utilizadas a partir do século XVI, no que se convencionou chamar de
“Pedagogia Tradicional”, da qual decorre a concepção de que avaliação e exame se
equivalem. Em um segundo momento, analisou-se a concepção de avaliação como medida,
que teve o seu auge com a denominada “Pedagogia Tecnicista”. Uma terceira concepção diz
respeito à avaliação como instrumento para a classificação e regulação do desempenho do
aluno. Finalmente, o quarto momento trata da concepção qualitativa da avaliação. Portanto,
ao analisar em que medida tais concepções se encontram, ainda hoje, presentes e
dominantes, na atual prática de avaliação escolar, concluiu-se que elas convivem em um
mesmo contexto escolar. Além disso, observa-se que as mudanças verificadas estão
intimamente relacionadas às concepções de educação orientadoras das práticas pedagógicas
que vêm ocorrendo desde que a escola foi instituída como espaço de educação formal.
Titulo: Pedagogia da Autonomia
Autor: Paulo Freire
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